29 de jan de 2009

A Crise Financeira e as Emoções


A crise financeira mundial tem sido foco de notícias diárias nos meios de comunicação.
É inegável que essas notícias geram sentimentos de insegurança, medo e pessimismo,
agravando ainda mais a própria crise.
Nosso emocional tem uma influência enorme nas finanças,
desde a nossa economia doméstica até a economia global.

Nesses momentos as pessoas começam a pensar no impacto
que tais eventos terão em sua própria vida, seu bolso, planos, sonhos... sobrevivência..
Portanto o ideal é não entrar na onda,
não se deixar influenciar, só para seguir a boiada.
Mesmo porque ninguém sabe exatamente o que está acontecendo, qual a extensão
e a duração da crise.

Como superar esse momento?
Em primeiro lugar, tomar cuidado para não transformar na sua vida
esta turbulência em um tsunami,
isso pode gerar desequilíbrios em alguns setores da sua vida.

O segredo é procurar gerenciar as suas emoções, ou seja
gerenciar a si mesmo.

Em tempos de crise,
elas poderão variar de forma positiva ou negativa.
Assim, atitudes negativas como ansiedade, melancolia, depressão,
entre outros sintomas, devem ser controlados e
colocados em recipientes herméticamente fechados.

Motivação, Atitude, Determinação, Estado de pro atividade,
Confiança, Persistência, devem ficar às soltas e serão
elementos importantes para olhar e aproveitar as oportunidades que
estão à sua volta,
enquanto a maioria está assistindo o incêndio.

Lembrei de um antigo texto que trata dessa questão de forma bastante didática,
o qual reproduzo abaixo:

"Um Homem vivia na beira da estrada e vendia cachorros-quentes.
Não tinha rádio e, por deficiência de vista, não podia ler jornais,
mas, em compensação,
vendia bons cachorros-quentes.
Colocou um cartaz na beira da estrada, anunciando a mercadoria,
e ficou por ali, gritando quando alguém passava:
- Olha o cachorro-quente especial!!
E as pessoas compravam.
Com isso, aumentou os pedidos de pão e salsichas, e acabou construindo uma boa mercearia.
Então, mandou buscar o filho, que estudava na Universidade,
para ajudá-lo a tocar o negócio, e alguma coisa aconteceu.

O filho veio e disse:
- Papai, o senhor não tem ouvido o rádio?
Não tem lido jornais?
Há uma crise muito séria, e a situação internacional é perigosíssima!
Diante disso o pai pensou:
- Meu filho estudou na Universidade!

Ouve rádio e lê jornais, portanto, deve saber o que está dizendo!
E então reduziu os pedidos de pão e salsichas,
passou também a comprá-los com qualidade inferior,
tirou o cartaz da beira da estrada,
e não ficou por ali, apregoando os seus cachorros quentes.

As vendas caíram drásticamente
e ele disse ao filho, convencido:

- Você tinha razão, meu filho, a crise é muito séria!"